Conto Erótico: Um cu (não mais) virgem

Publicado em 28 de agosto de 2010
Conto Erótico: Um cu (não mais) virgem

CU

Tudo começou num bate-papo entre amigas da faculdade. Eu nem desconfiaria que todas, em teoria ou da boca pra fora, já embrulharam o cu pra presente e deram para alguém. Na minha insignificância só liberei a xaninha e olhe lá. Nunca fui muito extravagante na hora do prazer. Mas após toda aquela conversa de penetração anal, minha curiosidade só aumentou e até que uma certa água na boca apontou no meio disso tudo.

Nessa época eu saia com um garoto que era primo de um amigo do meu irmão. Ufa! Enfim, nos conhecemos numa festa a fantasia e nunca tive muito tesão por ele. Apenas nos encontrávamos nos finais de semana, íamos ao motel, transávamos gostoso e cada um seguia sua vida normalmente até nos esbarrarmos no sábado seguinte. Era um verdadeiro contato de transa que servia apenas para esvaziar a carência contida.

Como minha curiosidade em dar o toba já estava aflorando à pele, liguei pra Jéssica e anotei todas as instruções. A Jéssica é a mulher mais safada que já vi na vida. Ganha de qualquer prostituta metida a besta, só que não costuma cobrar nada pelo sexo. Conheço-a desde o colégio e não teve um garoto sequer que ela quis e não conseguiu. No final da ligação ela disse algo inesquecível: “Boa sorte!”. E realmente precisaria…

Lembro do primeiro item do manual de instruções: fazer uma chuca. Chuca, a quem desconhece, é uma higiene retal. Imagina-se nojento demais, claro, mas necessário. Fiz com um chuveirinho mesmo, no entanto não darei mais detalhes. O segundo item pra quem já tinha passado por uma chuca como a minha poderia ser dispensada: penetrar os próprios dedos. Pulei essa parte… A terceira dica, e talvez a mais óbvia, era usar abusivamente um lubrificante.

Mesmo com toda a impressão de dor que aquilo me causaria, minha curiosidade disfarçada de vontade aumentava. Estava louquinha para presentear o Gilberto (aquele garoto lá de cima) com o meu cuzinho. Aposto que o coitado não iria conseguir dormir a noite de tantas lembranças. Ainda mais após comer um cu virgem. Eu estava pronta!

Mais um fim de semana chegou, já tínhamos até um quarto reservado no motel e, pela primeira vez, extravasei mais do que o normal na cama. Incorporei uma atriz pornô e fiz urros e mais urros a cada bombada que o filho-da-puta me dava. De quatro perco mesmo o controle. A adrenalina subia mais e mais e era chegada a hora de dizer:

- Come meu cuzinho, filho-da-puta.

Os olhinhos dele brilharam. Sabe quando uma criança ganha o presente dos sonhos e sai gritando feito Tarzan? Pois é, posso dizer que foi quase isso. Meu corpo irreparavelmente tremia todo. Sei que agora seria a hora da verdade e eu já estava na posição promíscua para o ato. Indiquei na bolsa o lubrificante, falei pra ele espremer a bisnaga inteira. O coitado lambuzou todo o pau e meu cuzinho sentia um frescor tão gelado como nunca antes. Disse:

- Vai devagar que essa é minha primeira vez.

Como um reflexo e invisivelmente babando, ele responde:

- Claro, meu anjo. Só faço com carinho.

Foi quando senti algo pontiagudo infringindo a barreira. A sensação era de que um lápis estava furando meu olho. Nada comparado com o chuveirinho da chuca. Era maciço, carnudo. Eu tentei relaxar, não consegui. Soltei uns gritos de dor. Uma dor confusa que misturava prazer com ferida. Pedi calma…

Sentia como se meio metro de rola estivesse entre os meus rins, mas meu mundo desabou quando o filho-da-puta disse:

- Querida, já entrou a cabecinha.

Porra, todo esse transtorno e só entrou a porra da cabeça do pau? Me senti uma incapaz, como se a batalha seria perdida naquele momento. Soltei mais uns urros… ele não recuou e eu pensei: “Se a Jéssica já fez isso com uns pica jegue por que eu não conseguirei?” Persisti!

O filho-da-puta foi então enfiando ainda mais. E agora eu sentia realmente que o reto estava bastante preenchido. Eu gritava a cada bombada, o vão foi se abrindo e o cu assim deixou de ser cabaço. Confesso que depois dos primeiros momentos, o sexo anal passa a ser bem gostoso. Creio que mais para ele, claro. Tanto isso que em questão de minutos o corno gozou tudinho.

Experiência de cama que trago comigo até hoje.

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23 anos, paulistano, programador e autor dessa merda aí de cima.

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