Heroínas de HQ nos filmes

Publicado em 24 de agosto de 2010

Muitas heroínas de quadrinhos já saíram das páginas e forma para as telas,
abaixo algumas delas…

Heroínas de HQ nos filmes

Viúva Negra (em inglês Black Widow) é uma personagem da Marvel Comics e integra a equipe dos Vingadores. Na versão original era uma super-espiã soviética inimiga do Homem de Ferro e teve um romance com o Gavião Arqueiro. Depois se envolveu com o Demolidor por um longo período. Seu nome verdadeiro é Natalia Romanova, também chamada de Natasha Romanoff. Foi criada pelos escritores Stan Lee e Don Rico e pelo desenhista Don Heck. Sua primeira aventura foi na revista Tales of Suspense #52 (Abril de 1964). Como vilã, a Viúva usava um uniforme diferente. Em 1970, numa história em que enfrenta o Homem-Aranha (The Amazing Spider-Man #86 de Julho de 1970), ela mudou para um colante com um cinto dourado. O novo visual fez sucesso de imediato e ela acabou voltando como namorada do Demolidor, se tornando uma personagem regular da revista do herói cego (Daredevil #81–124, Nov. 1971 – Agosto 1975). (O Homem-Aranha tinha se interessado por ela na história citada, mas já contava com muitas pretendentes na época). Depois de deixar o Demolidor, ela entrou para o grupo dos Campeões (formado por Hércules, Motoqueiro Fantasma, Homem de Gelo e Anjo, The Champions Outubro 1975 – Janeiro 1978) e depois se tornou agente da Shield até que resolveu aceitar entrar para os Vingadores, quando então acabou alterando novamente o seu uniforme.

Viúva Negra aparece no Filme “Homem de Ferro 2″, interpretada por Scarlett Johansson.

Heroínas de HQ nos filmes

Vampirella é uma personagem de HQ criada por Forrest J. Ackerman em 1969, e que estreou na antiga editora norte-americana Warren, nas páginas de Creepy e Eerie e que posteriormente ganhou uma revista própria. Originalmente, ela é uma vampira extraterrestre de um planeta tendo dois sóis chamado Drakulon (ou Draculon). Apesar de idealizador, Ackerman não a finalizou sozinho, tendo influência direta de outros nomes importantes como Trina Robbins e Frank Frazetta, que definiram a roupagem e o desenho original dela, respectivamente. Mas também teve outros artistas igualmente importantes comoTom Sutton, José Gonzales, Enrich, Sanjulian, Gonzalo Mayo e outros.

Vampirella teve um filme de qualidade duvidosa em 1996, que quase ninguém viu, onde foi interpretada por Talisa Soto.

Heroínas de HQ nos filmes

Mulher Invisível, alter-ego de Susan “Sue” Richards, é uma super-heroína de histórias em quadrinhos da editora Marvel Comics. Quando foi criada e durante vários anos chamou-se Garota Invisível. No filme do Quarteto Fantástico foi interpretada por Jessica Alba

Como namorada e posteriormente esposa de Reed Richards e irmã de Johnny Storm, foi fundamental em persuadir o piloto Ben Grimm a juntar-se a eles numa perigosa missão espacial, que acabou por expô-los a quantidades enormes de radiação cosmica. Como consequência, ganharam poderes superhumanos. Susan obteve a habilidade de tornar-se invisível. Infelizmente, este poder sozinho provou ser relativamente de pouco uso em suas missões, especialmente em comparação às habilidades mais agressivas do resto do grupo. Mais tarde seus criadores, Stan Lee e Jack Kirby, desenvolveram um pouco mais os dons da Mulher Invisível.

No entanto, Sue Richards continuava em posição desfavorável dentro do grupo, e continuou assim até que o roteirista e desenhista John Byrne assumiu o título nadécada de 1980. A partir de suas histórias, Susan aprendeu a utilizar melhor seus poderes, como deixar pessoas ou objetos invisíveis. Seus campos de força quase indestrutíveis podem suportar impactos de força de níveis astronômicos. Pode variar a textura, densidade,e a extensão de seus campos de força, eles podem ser altamente rígidos ou tão macios quanto uma pluma. Em casos raros, ataques utilizando seus campos de força podem lhe causar dor mental ou física. Sue pode dar qualquer forma aos seus campos, como barreiras, colunas, cones, cilindros, dardos, discos, esferas, plataformas e bastões. Dando a forma a um de seus campos de força dentro de um objeto e expandindo o campo, Sue faz com que seu alvo exploda. Pode voar criando campos de força suficientemente fortes para se sustentar no ar. Foi John Byrne também que mudou seu nome de Garota Invisível para Mulher Invisível.

A Mulher Invisível aparece nos filmes d’O Quarteto Fantástico” sendo protagonizada pela atriz Jessica Alba.

Heroínas de HQ nos filmes

Não, não vou usar a Halle Berry, o filme foi um lixo, com uma história que nem merece ser mencionada…

Heroínas de HQ nos filmes

…prefiro ESSA Mulher Gato.

A Mulher-Gato surgiu em 1940, na revista Batman, número 1. (O Coringa também fez sua primeira aparição nessa edição). Ela era chamada de The Cat e não possuia um uniforme especial para se caracterizar como o faz atualmente.

Desde as primeiríssimas aventuras da personagem para com o Homem-Morcego, a Mulher-Gato já era uma ladra inescrupulosa da qual Batman sempre se monstrou menos rígido e mais ameno em relação à mesma. Pois sempre após recuperar os pertences roubados pela felina, Batman sempre a deixava escapar.

Bob Kane e Bill Finger trabalharam duro para encontrar o visual e o nome perfeito para a personagem. Com o tempo ela ganhou o nome de Selina Kyle, cuja mesma era dona de diversas lojas de animais que decidiu um dia se tornar uma ladra e, como gostava principalmente e de um modo todo particular de felinos, adquiriu o nome de Mulher-Gato para atuar em Gotham City como criminosa profissional.

Numa história publicada em Batman # 52, de dez-1950/jan-1951, conhecida no Brasil por “A vida secreta da Mulher-Gato” (republicada pela Panini Comics em “Coleção DC 70 Anos” # 6, Outubro de 2008), Selina sofre uma pancada na cabeça e passa a se recordar da sua vida antes de se tornar ladra. Ela conta que era aeromoça e sofreu um acidente de avião, quando então se esqueceu do passado (sofria de amnésia) e se tornou uma ladra. Ela fala também que seu pai era dono de uma loja de animais, onde havia muitos gatos.

No começo, ela se vestia com um vestido de seda e usava um chicote como arma. Assim sendo, a Mulher-Gato tornou-se uma das personagens mais sensuais e populares da história dos quadrinhos, sendo considerada uma das personagens mais importantes e valorizadas no mundo do Homem-Morcego. Sua exuberância e charme, e o “amor-bandido” vivido pela mesma para com o Batman, chamaram uma atenção toda particular para si, adquirindo uma imensidão de fãs por todo o mundo.

Um fato curioso, é que a Mulher-Gato nunca foi mais que uma simples ladra.

Não era considerada precisamente como sendo uma personagem maldosa, mas passava longe também de ser uma personagem do bem. Simplesmente ela era uma mulher aventureira e animada que sentia um prazer imenso em não cumprir a lei e infernizar a vida do Batman.

Havia sempre em suas aparições, uma certa “tensão sexual” entre a Mulher-Gato e o Batman. Onde que por diversas vezes é ressaltada a idéia de que um morcego não passa de um rato voador, e uma gata pode com facilidade caçar tal animal.

Ela apareceu em Batman – O Retorno, e quem a interpretou foi a bela Michelle Pfeiffer.

Heroínas de HQ nos filmes

Elektra Natchios, ou comumente chamada Elektra, é um personagem fictício da editora Marvel Comics. Ela foi criada por Frank Miller para a revista Daredevil(no Brasil Demolidor). Sua primeira aventura ocorreu em Daredevil #168 (Janeiro de 1981)[1].

Ela é uma ninja e assassina que usa um par de uma arma japonesa que parecem adagas ou espadas curtas, chamada sai, sua marca registrada. A personagem greco-americana é uma das mais memoráveis criações de Miller para a Marvel.

Na primeira história, Elektra aparece como a vilã ninja mas o Demolidor a reconhece como seu primeiro amor: Elektra Natchios, filha então adolescente de um embaixador grego. Ela também percebe que o herói é Matt Murdock, pois durante o primeio encontro mostrado em flashback ele ficou tão empolgado com a moça que para impressioná-la revelou seus poderes.

No entanto, o rápido romance terminou quando o campus da universidade onde Matt estudava foi atacado por nacionalistas gregos que queriam matar o pai de Elektra. Apesar dos esforços de Matt, ele não conseguiu salvá-lo. Traumatizada, Elektra resolve voltar para a Grécia, abandonando Matt. Os dois se reencontrariam anos depois, com Matt já transformado em Demolidor e ela, em ninja assassina. Dessa forma, assim com o mito grego que deu nome a ela, Elektra se torna extremamente cruel em função da dor causada pela perda do pai.

Elektra acaba sendo contratada pelo Rei do Crime para ser sua assassina particular. Mercenário, o antigo criminoso que ocupara esse lugar e que havia se afastado ao ser preso pelo Demolidor e logo depois sofrer de um tumor cerebral que quase o matou, decide matar Elektra quando se recupera, para voltar para o seu emprego.

O duelo entre Elektra e o Mercenário é um momento memorável da Marvel nos anos 80, culminando com a morte da vilã. Mercenário usa as próprias armas Sais para perfurá-la e a deixa agonizante. A moça se arrasta até o apartamento de Murdock, e morre em seus braços.

Elektra foi trazida de volta à vida por Stick e os Virtuosos.

Ela participou do filme “O Demolidor”, e, posteriormente, teve seu próprio filme, ambas as vezes Alias Jennifer Garner assumiu seu papel.

Heroínas de HQ nos filmes

Mística (Mystique, na versão original), é uma personagem do Universo Marvel, publicado pela Marvel Comics, aparecendo com mais frequência nas histórias dos X-Men. Seu verdadeiro nome é Raven Darkholme.

Desde muito nova, Raven Darkholme aprendeu a ter controle sobre seu dom mutante de transmutação, podendo manter sempre falsa aparência humana. De acordo com um retcon escrito pelo roteirista Chuck Austen, ela teve um relacionamento, na Alemanha, com o mutante Azazel (enquanto era casada com o barão Christian Wagner) até o dia em que ela deu à luz Kurt Wagner, um mutante dotado de pele azul e aparência demoníaca (parecido com a aparência original de Mística), que mais tarde se tornaria o Noturno, integrante dos X-Men. Perseguida pela ira dos habitantes locais, foi obrigada a jogar o recém-nascido em um rio para salvar sua própria vida.

Incapaz de mostrar seu verdadeiro rosto, com medo de discriminação, Mistica se tornou uma mestra em manipular as pessoas e mentir para garantir sua sobrevivência com os humanos. Mas usar seus poderes em prol da humanidade mostrou-se cada vez mais difícil e a cada insucesso ela ficava mais frustrada e raivosa. Em razão disso, passou a acreditar que a humanidade era sua ferrenha inimiga.

Assim, Mística veio a atuar como mercenária, trabalhando para a H.I.D.R.A e, posteriormente, sendo a responsável pela segunda formação da Irmandade de Mutantes, que ganhou notoriedade ao tentar assassinar o Senador Robert Kelly, um ativista anti-mutante. Eles foram impedidos nessa e em muitas outras ocasiões pelos X-Men.

Ela viveu um caso amoroso com sua companheira de equipe Irene Adler, a Sina, e as duas adotaram uma jovem que mais tarde seria uma integrante de sua equipe, a mutante Vampira. Portanto, Mística é bissexual. O fanatismo de Mística e a sua incapacidade de ajudar no controle dos poderes de Vampira, fez com que essa pedisse ajuda a Charles Xavier e passasse então a integrar os X-Men, partindo o coração de sua “mãe”. Vampira era a terceira filha que ela perdia. O primeiro fora Noturno e o segundo Graydon Creed, o qual foi abandonado por Mística em um colégio interno, visto que ela nunca aceitou sua condição de humano.

Apareceu nas 3 adaptações de X-Men para o cinema sendo interpretada por Rebecca Romijn-Stamos.

Heroínas de HQ nos filmes

Vampira (em inglês: Rogue) é uma personagem de histórias em quadrinhos da editora Marvel Comics, integrante dos X-Men.

Sua primeira aparição foi em The Avengers Annual número 10 de 1981, e seu poder mutante é a habilidade de sugar a vitalidade, memória e poderes de outros seres vivos através do contato com a pele. Seu nome de batismo é Anna Marie e levou mais de uma década antes que fosse devidamente citado (numa história escrita por Chris Claremont).

Vampira é uma bela moça que possui uma vida sofrida e trágica. Criada por sua severa tia Carrie após eventos dramáticos envolvendo seus pais, a jovem Anna Marie fugiu de casa e acabou adotada pela transmorfa Mística e sua companheira, a precongnitiva cega Sina (Mística e Sina foram amantes). O poder mutante de Vampira manifestou-se pela primeira vez no início da adolescência, quando em sua casa a menina beijou um garoto chamado Cody Robbins e sua mente foi invadida pelas memórias do rapaz, que entrou em coma permanente. Percebendo que nunca poderia viver com pessoas normais, Vampira começou a participar de atividades criminosas junto de sua mãe adotiva e, assim como Mística, juntou-se à Irmandade de Mutantes. Em sua primeira missão, a inexperiente mutante enfrentou Miss Marvel (Carol Danvers) e absorveu permanentemente as memórias e poderes da heroína, incluindo super-força e capacidade de voar.

Perturbada pela sua falta de controle, Vampira bateu à porta dos X-Men pedindo ajuda e orientação. Foi inicialmente muito mal recebida pelos integrantes da equipe,porém convencido da sinceridade da jovem sulista, o professor Xavier aceitou-a como membro da equipe, mas foi somente depois de Vampira arriscar a vida para salvar a noiva de Wolverine, Mariko Yashida, que os outros X-Men começaram a confiar na ex-vilã. Com o passar do tempo, Vampira provou ser uma das integrantes de maior atuação e valor na equipe. Posteriormente ela e Gambit se apaixonaram, apesar da impossibilidade dela tocá-lo sem causar danos. Participou, junto com outros 5 integrantes dos X-Men, do grupo especial que procurava pelos diários de Sina, que revelariam o futuro dos mutantes. Durante essas buscas, Vampira e Gambit perderam seus poderes, e aproveitaram a oportunidade para levar uma vida normal na comunidade solidária a mutantes de Vale Soleada, na Califórnia. Pouco depois, eles ajudaram os X-Men contra o predador de mutantes Borgan e retornaram à equipe. Anna Marie recuperou seu poder de absorção graças à habilidade de sua companheira de equipe, Sábia, de despertar o potencial genético latente.

Também apareceu nas adaptações de X-Men para o cinema, sendo protagonizada pela atriz Anna Paquin.

Heroínas de HQ nos filmes

Silk Spectre (“Espectral” na versão em português) é o codinome de duas personagens fictícias apresentadas na aclamada série Watchmen, publicada pela DC Comics entre 1986 e 1987.

Assim como alguns personagens da série, foi inspirada em heróis da Charlton Comics, neste caso a Nightshade, criada por Joe Gill e Steve Ditko (mas trazendo também elementos da Lady Fantasma e da Canário Negro).

No universo fictício apresentado na série, a primeira Espectral foi uma garçonete e dançarina chamada Sally Juspeczyk (que mudou seu sobrenome para “Jupiter” para esconder sua ascendência polonesa). Começou a combater o crime por volta de 1938, aos 18 anos de idade, sendo considerada na época uma sex symbol.

Aposentou-se em 1947, casando-se com seu agente, Laurence Schexnayder. Em 1949, dá a luz a sua filha Laurel Jane. Separa-se de Laurence em 1956, enquanto começa a treinar Laurie para seguir seus passos.

Na adaptação de Relojoeiros Watchmen para as telas, Carla Gugino a interpretou.

Grande parte dos dados extraídos da Wikipédia

Arquivado em: Sem categoria

Publicado por

~Massageio mulheres em troca de álcool

Publicidade
Facebook
Visite
papaichegou
nerdpride
papodebar
testosterona
whois